<$BlogRSDUrl$>

 

TABAGISTA ANÔNIMO

 

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:

As opiniões sobre métodos de parar de fumar aqui apresentadas não seguem critérios científicos ou estatísticos, e podem não fazer sentido para outros indivíduos.

O autor deste site não tem nenhum vínculo com o grupo Tabagistas Anônimos.

 

::F.A.Q. do T.A.::
::Dicas do T.A.::
 
Blogueiros Contra o Tabagismo

Selo do BCT, fundo preto

Selo do BCT, fundo branco

 
links sobre tabagismo
:: e-mail-me ::
 
Rede Tabaco Zero
 
This page is powered by Blogger. Isn't yours?
 

 

-26 de abril de 2004 -

E assim passam os dias

Noite de sexta-feira. Reunião com meus dois irmaõs na casa de um deles para fecharmos nossas declarações de imposto de renda, tarefa maçante deixada para a última hora possível. O dono da casa fuma Marlboro Lights. O outro costuma fumar 'semedão' nessas ocasiões. Estranhei que depois de horas ninguém tivesse acendido um cigarro. Lá pelas tantas, soube o motivo, quando o anfitrião me pediu um cigarro: os dele tinham acabado, e não tivera tempo de se reabastecer. Estava contando com a minha visita para suprí-lo da necessária nicotina. A sua decepção ao saber que eu também não tinha cigarros beirou o pânico. Passamos a noite toda os três sem fumar. Na hora de ir embora, mais de uma da manhã, todos exaustos, ele ainda teve ânimo de sair buscar os tão desejados bastões no posto de gasolina. Que merda de submissão da qual enfim estou me livrando.

Noite de sábado. Depois de muito tempo, enfim conseguimos quem ficasse com as crianças, e saímos para uma baladinha básica, tomar um vinho, bater papo, comer uma pizza, com um dos nossos raros amigos que ainda fuma, e que fuma deliciosos Marlboros vermelhos, nada dessas viadagens de light. 'Hoje eu quero ver', pensei. Sendo mais específico, pensei 'hoje eu vou fumar um para ver que gosto tem, depois de quase um mês'. Mas o Marlboro vermelho estava no fim. O último foi logo fumado por ele em tragadas profundas e baforadas na minha direção. As mulheres, não só a dele, como, para minha absoluta surpresa, também a minha, quiseram fumar, sintoma explícito do alto volume de vinho ingerido. Elas queriam um cigarro mais fraquinho, ele é cavalheiro, e além do mais no restaurante só vendiam Souza Cruz (para os não-iniciados: Marlboro é da Phillip Morris). Então decidiu-se pelo Free azul, aquela coisa intragável. Eu não ia quebrar minha abstinência por um Free azul, de jeito nenhum. Fui o único que não fumou naquela mesa.

Noite de domingo. Aniversário do irmão, o que fuma Marlboro Lights, num restaurante. A espera por uma mesa era longa. ''Fumantes ou não fumantes?" perguntou o garçom. "O que vagar primeiro", foi a resposta do aniversariante, já incomodado por ter seus convidados tanto tempo em pé. Adivinha qual lugar vagou antes. Eu só percebi na sobremesa, quando minha cunhada acendeu um cigarro (o maldito Free azul, de novo), e foi interpelada pelo garçom já com o cinzeiro em punho: "desculpe, senhora; aqui é área de não-fumantes".

Tabac - 19:15

0 Comentários:

Postar um comentário

Link para este post:

Criar um link

<< Voltar