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TABAGISTA ANÔNIMO

 

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-30 de setembro de 2004 -

Analisando a Situação

Antes da análise propriamente dita, cabe traçar um panorama dos meus atuais hábitos tabagistas. Poderia apelar, como fiz no post anterior, para eufemismos que suavizassem meus equívocos, mas a a frase que melhor expressa a situação não pode ser outra: voltei a fumar. Não sou um semifumante, se é que isso existe; sou um fumante, um Tabagista com tê maiúsculo, como deixei claro desde o título deste site.

O início da decadência deu-se no momento em que cedi ao pecado mortal dos tabagistas: comprei um maço. E logo minha média de cigarros passou de 6 a 8 para 40 a 50 por semana. Nos primeiros dias, eu ainda apelei para expedientes patéticos, como fumar três ou quatro cigarros e jogar o resto do maço fora. Mas como a prática viesse a se tornar usual, passou a ser mais digno - e mais econômico - manter os maços comigo até sua total consumação.

Pecados confessados, vamos à análise propriamente dita, porque o mundo anda para frente e ainda não desisti dos objetivos declarados neste blog.

Por paradoxal que possa parecer, atribuo minha recaída a um fator, não o único, mas o principal: foi relativamente fácil ficar sem cigarros, durante o tempo que fiquei sem eles. Vocês sabem que o meu grau de dependência química é baixo, como expus aqui. Tanto é assim que nessas últimas semanas, os 40-50 cigarros têm sido todos fumados de segunda a sexta, no escritório. Em casa eu não fumo. E nos fins de semana, eu cumpro a mais beata abstinência, fumo zero, nenhum, sem entrar em parafusos por isso. Se a partir do Dia D eu tivesse experimentado o sofrimento que alguns tabagistas em crise de abstinência relatam, talvez eu não sucumbisse tão facilmente à tentação depois de ter vencido as etapas mais difíceis como fiz, para não repetir todo o calvário. Mas isso não aconteceu, o que me deu uma sensação de poder sobre a dependência, a impressão de estar no controle da situação.

Se posso parar quando quiser, posso recomeçar quando quiser, também. Esta afirmação, embora facilmente refutável pela minha lógica e minha experiência, no fundo ainda tem alguma influência subliminar. Eu ainda não aceitei plenamente a idéia de ficar para o resto da vida longe do cigarro. Não aceito, aliás, nada que seja para "o resto da vida"; isso é uma característica minha já apontada por diferentes psicoterapeutas, mas isso já é outro assunto.

Próximos passos? Ler o livro do Martin Raw . E fixar bem na memória essa sutil sensação de empapuçamento, essa discreta e constante diminuição de energia causada pelos cigarros, como um incentivo adicional para querer voltar ao estado anterior.

O Fumômetro só será reativado quando eu conseguir ficar pelo menos, digamos, 7 dias sem absolutamente nenhum cigarro. para dar uma mínima garantia de que ele não faltará com a verdade já no dia seguinte.

Tabac - 13:55

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